Confissão #50

Em tempos de Bienal, as notinhas da semana, sempre via PublishNews, são muitas:

06/03
Bela leva
Jornal do Brasil - 4/3/2006
A nova leva de livros da coleção 40 Anos, 40 Livros, com a qual a Nova Fronteira comemora o seu aniversário, está excelente segundo a Informe Idéias. Reúne Poesia, de T.S. Eliot; O nome da rosa, de Umberto Eco; Memórias, sonhos e reflexões, de Jung; A consciência de Zeno, de Italo Svevo; O homem que via o trem passar, de Georges Simenon; e o monumental (até no tamanho, são 1.280 páginas) O homem sem qualidades, de Robert Musil.

Golaço
O Globo - 5/3/2006 - por Joaquim Ferreira dos Santos
Como as camadas mais pobres da população conquistaram dos ricos o direito de também jogar futebol e em seguida construíram a linguagem de corpo que deu forma a um dos laços mais fortes da nação brasileira. Joaquim Ferreira dos Santos conta a história do livro Brasil, um século de futebol, arte e magia, que a Aprazível Edições, com o apoio do Ministério da Cultura e Bradesco Seguros, lança esta semana. Os textos são de João Máximo e a edição, de Leonel Kaz. No estilo tablebook, o álbum traz um espetacular repertório de fotos de cenas e heróis da grande aventura nacional.

Nova literatura
O Globo - 4/3/2006 - por Manya Millen e Rachel Berthol
A No Prelo reporta que a Paradoxo Editorial, que surge para publicar a nova literatura brasileira, envia às livrarias dois títulos: Linha de recuo, de Mariel Reis, e Estrada de espelhos, de Breno Kümmel. Ambos com esmerado projeto gráfico, afirma a coluna de Manya Millen e Rachel Berthol. Mariel, que nasceu em 1976, já teve textos publicados em antologias (como "Prosas cariocas" e "Paralelos") e agora reúne contos em seu primeiro livro. Kümmel, da safra 1986, já tinha um livro lançado pela editora K, e agora se lança num segundo vôo. Contatos pelo e-mail paradoxo.editorial@gmail.com.

Brasil no Cerlalc
O Globo - 4/3/2006 - por Manya Millen e Rachel Berthol
O Brasil foi eleito para presidir o Comitê Executivo do Centro Regional para o Fomento do Livro na América Latina e no Caribe (Cerlalc), informa a coluna No Prelo. Trata-se de um organismo vinculado à Unesco com foco em políticas públicas na área do livro e leitura em 21 países ibero-americanos. A indicação do Brasil se deu por unanimidade. Quem representa o país na presidência do Cerlalc é Galeno Amorim, da Biblioteca Nacional, do MinC, e coordenador do Plano Nacional do Livro e da Leitura (PNLL), a ser anunciado na Bienal do Livro em São Paulo, dia 13.


07/03
Canal do livro coloca literatura em movimento
PublishNews - 7/3/2006
Lançado em fevereiro, o site Canal do Livro chega ao mundo virtual com uma proposta inovadora: tratar de literatura usando muito mais do que as letras. A principal inovação do site é a tecnologia Livroclip - conjunto de soluções digitais para criação e distribuição de animações baseadas em livros e que podem ser distribuídas em todos os meios eletrônicos, como Internet, cinema e TV. Por meio dos Livroclips, bem como de vídeos, música e recursos interativos, os internautas poderão conhecer grandes livros de todos os tempos, além de clássicos da literatura mundial. A primeira parceria do Canal do Livro foi estabelecida com o Portal Educacional Educarede, da Fundação Telefonica e do Centro de Estudos e Pesquisas Educacionais (Cenpec). Pelo acordo, o Canal do Livro vai fornecer Livroclips para execução no Portal. Os primeiros títulos serão Dom Casmurro, de Machado de Assis; Dom Quixote, de Miguel de Cervantes; Crime e Castigo, de Dostoievski; O Inferno, de Dante; Os Lusíadas, de Luis de Camões, e muitos outros. O objetivo até o fim deste ano é chegar a uma centena de grandes livros. O Canal do Livro realizou também um acordo com a Ateliê Editorial. Por meio dele, o site irá desenvolver Livroclips e hotsites de obras do acervo da editora. Em março, vão ao ar os primeiros, lançados no estande da Ateliê na Bienal do Livro de São Paulo, entre os dias 9 e 19.

Site amplia discussão sobre liberação de direito autoral
Folha de S. Paulo - 6/3/2006 - por Luiz Fernando Vianna
Com a entrada hoje no ar do site Overmundo, projeto encabeçado pelo antropólogo Hermano Vianna, o advogado Ronaldo Lemos dará mais um passo na sua batalha para mudar a economia da cultura no Brasil e no mundo. Parece uma tarefa pesada demais para um mineiro de Araguari de 28 anos, mas ele já está na luta há algum tempo. Fez mestrado em Harvard (EUA) sobre o tema, doutorado na USP, é o único latino-americano entre os nove integrantes da cúpula do Creative Commons -o conjunto de licenças que permite a um artista liberar parte de seus direitos autorais-, está iniciando uma pesquisa internacional chamada Open Business e é um dos responsáveis pelo Overmundo, que professa os ideais de mudança. É em busca de números que ele está partindo com a Open Business, pesquisa que será feita em vários países durante um ano. No Centro de Tecnologia e Sociedade da Fundação Getúlio Vargas, no Rio, Lemos coordenará o levantamento no Brasil, em dois países latino-americanos (Chile e México, provavelmente) e no país para onde embarca no dia 12 cheio de curiosidade: a Nigéria. Já existem 53 milhões de licenças Creative Commons em 50 países. Ainda não há um ranking, mas o Brasil estaria em terceiro ou quarto lugar. "O Creative Commons diz para o artista: assim como você tem direito a dizer não a todos os usos de sua obra, você tem direito de dizer sim para alguns. Quem usa já percebeu que não se perde dinheiro. Ao contrário", afirma Lemos, que será o anfitrião do encontro da cúpula do Creative Commons no Brasil, em junho


08/03
Justiça devolve obra de Lobato a herdeiros
Folha de S. Paulo - 8/3/2006 - por Laura Mattos
A venda de livros de Monteiro Lobato (1882-1948) pode ser suspensa nos próximos dias. Uma decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ) rescinde o contrato que o escritor assinou com a editora Brasiliense em 1945 e devolve os direitos autorais aos herdeiros. Três anos antes de morrer, Lobato assinou contrato com o dono da Brasiliense, seu amigo Caio Prado Jr. (1907-1990). A validade era "ad infinitum", ou seja, até a obra passar a domínio público – no caso, em 2018, 70 anos após sua morte. A disputa judicial já dura quase dez anos. A família de Lobato acusa a Brasiliense de ter "negligenciado" a obra, que não passou por processos de modernização e apresenta edições "pobres", com ilustrações em preto-e-branco. Já a editora afirma que foram os herdeiros que barraram qualquer tentativa de atualizar as edições. Com a decisão tomada anteontem pela corte especial do STJ, a família deverá notificar a Brasiliense para que os livros não sejam mais vendidos. Os herdeiros passarão a negociar com outras editoras, segundo Jorge Kornbluh, casado com uma neta do autor e diretor da Monteiro Lobato Licenciamentos. "Quando obtivermos a carta de sentença do STJ, a Brasiliense ficará proibida de vender os livros de Lobato e nós poderemos fazer acordo com qualquer outra editora", disse. De acordo com Kornbluh, a Globo tem preferência na negociação estipulada no contrato de cessão dos direitos do "Sítio do Picapau Amarelo" para a TV. Procurada pela Folha, a Brasiliense indicou o advogado do processo, Paulo Magalhães, para comentar a decisão. Ele afirmou que ainda não havia sido notificado judicialmente. "Se for isso mesmo, nós infelizmente perdemos. Mas provavelmente vamos entrar com recurso ao STF [Supremo Tribunal Federal]", declarou

Secretaria da Cultura estréia na Bienal
Secretaria de Estado da Cultura - 8/3/2006
A Secretaria de Estado da Cultura participará, pela primeira vez, da 19ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo. O estande oferecerá programações divertidas e diferenciadas, produzidas pelo seu programa São Paulo: Um Estado de Leitores. Os visitantes poderão assistirão, no stand, apresentações de contadores de histórias e peças teatrais com arte-educadores como Beto Vieira, Silvia Lohn, Chico dos Bonecos, Regina Drumont, Elza Sallut, César Obeid, entre outros. Também será possível participar de recreações infantis e de salas de leituras compostas por móveis com designer apropriado para a leitura. Já no Salão de Idéias, espaço tradicional de discussões nas bienais, a Secretaria promoverá a primeira mesa-redonda da 19ª edição da feira, que acontecerá no dia 9 (quinta-feira), às 15h. Os participantes discutirão sobre o tema Comunidades Virtuais e Literatura, por meio de questões ligadas à informação via internet e como essa tecnologia é usada na difusão da literatura

Febem também participa da festa
Secretaria de Estado da Cultura - 7/3/2006
Durante os próximos 11 dias, a Fundação Estadual do Bem-Estar do Menor também vai estar presente na 19ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo. A instituição contará com um estande, cedido pela Câmara Brasileira do Livro, localizado na esquina da Av. 07 com a Rua 1, próximo a área de alimentação. A estimativa é que cerca de 800 mil pessoas transitem pelo local nesta edição do evento. Todos terão a oportunidade de conhecer um pouco do projeto pedagógico que a Fundação desenvolve junto aos cerca de 6.200 adolescentes sob tutela da instituição, nas áreas Esportiva, Cultural, Escolar e Profissionalizante

A situação da mulher na sociedade moderna
PublishNews - 8/3/2006
A Questão da Mulher: Opressão, Trabalho e Violência (Ciência Moderna, 156 pp., R$ 29), de Edmilson Marques, Maria Angélica Peixoto, Veralúcia Pinheiro, com organização de Nildo Viana, nasce de um conjunto de reflexões a respeito da mulher embasadas numa visão crítica da realidade feminina na sociedade moderna. Os artigos que compõem a presente coletânea são produtos de indivíduos com trajetos históricos diferentes, embora com muitas semelhanças e convergências, mas que não apresentam uma unidade completa, pois isto não é necessário, já que partimos da idéia de que o processo de desenvolvimento da consciência é marcado por contradições, avanços, recuos, mediações, convergências e divergências. Sendo assim, os diversos textos contribuem, cada qual a sua maneira, para o questionamento da situação da mulher na sociedade moderna.

Tudo secreto
Folha de S. Paulo - 8/3/2006 - por Mônica Bergamo
Mônica Bergamo revela que a Diesel tentou contratar o misterioso "escritor" JT Leroy -que, descobriu-se há alguns meses, é a escritora Savannah Knoop vestida de homem- para discotecar na reinauguração de sua loja, nos Jardins. Mas acabou desistindo: ele -ops!, ela- não quis fornecer nome e dados de passaporte para a emissão do visto de trabalho


09/03
É mais vitrine do que balcão
Folha de S. Paulo - 9/3/2006 - por Eduardo Simões
Um milhão e meio de livros expostos em 320 estandes, dos quais 210 mil títulos diferentes e 3.000 lançamentos, e um investimento da ordem de R$ 18 milhões. A hiperbólica Bienal do Livro de São Paulo chega hoje à sua 19ª edição firmando-se mais como um evento promocional, no qual as editoras aproveitam para apresentar seus produtos à mídia, ao público e aos livreiros, do que um ponto de vendas diretas. Porta-voz da Câmara Brasileira do Livro (CBL), Marino Lobello sustenta que, para o grande público, a Bienal é, sim, um balcão, em que as editoras com linhas "menos elitizadas" têm chances de vender mais. Em 2004, diz, 72% dos visitantes adultos compraram livros, e 65% destes levaram até cinco títulos para casa. "A Bienal é uma fantástica alavanca de vendas, porque as pessoas vão tomar um banho de livros. Mas é importante ressaltar que não produzimos um shopping de livros, mas de cultura. São mais de 310 horas de eventos culturais ao longo de 11 dias. Essa é a nossa alegria", conclui Lobello. Ele garante que as livrarias vendem bem na Bienal. Há dez anos a Livraria Cultura não participa. Neste ano, a Fnac está de fora. E a Saraiva não quis comentar suas expectativas. Vitrine e balcão à parte, uma nota de pé de página curiosa: às vésperas da abertura da Bienal, pelo menos três dos maiores editores do país não estão no Brasil: Luiz Schwarcz (Companhia das Letras), Roberto Feith (Objetiva) e Carlos Augusto Lacerda (Nova Fronteira) participaram, na Inglaterra, da London Book Fair, que terminou anteontem.

Ouvir livros é opção diferenciada na Bienal
PublishNews - 9/3/2006
A Bienal Internacional do Livro de São Paulo é seguramente a maior vitrine do mercado editorial no país. Marcará presença a Editora Nossa Cultura, especializada em publicações em audiolivro, formato de sucesso nos Estados Unidos e Europa e que agora começa a conquistar o público brasileiro. As coleções da Nossa Cultura estarão disponíveis graças a um acordo com a Editora Pé da Letra. No estande AV. 02 - Ruas L e M, os visitantes poderão ouvir num display três coleções completas: duas para adultos, Pensamento Vivo de Celso Antunes e Pensamento Vivo de Rubem Alves - cada uma com quatro volumes - além de outra para o público infantil, Rubem Alves para Crianças, em 3 volumes. São obras de dois grandes educadores brasileiros, que apostam no audiolivro como uma nova possibilidade de relação com o leitor. A proposta da Editora Nossa Cultura com esse formato não é substituir o prazer do ato de ler um livro e sim oferecer uma nova alternativa de acesso ao conhecimento e à literatura. Um formato inovador no mercado brasileiro, que pretende popularizar o acesso à obra de grandes autores e incentivar a leitura.


10/03
Bienal, 1º dia: o PN gostou do que viu
PublishNews - 10/3/2006 - por Alicia Klein
Como prometido, esta editora foi à 19ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo e conta a vocês o que achou. O final de semana e a chegada do grande público dirão, mas a mudança para o Anhembi parece ter sido uma ótima idéia. O traslado até o Pavilhão de Exposições, na Zona Norte de São Paulo, pode levar um tempinho, é verdade. Um ônibus, um metrô, e mais o ônibus fretado (e gratuito) que leva os passageiros da estação Tietê até o Anhembi... Parece muito, mas é tranqüilo. E os ônibus fretados saem aos borbotões do Tietê. Para quem tem acesso fácil ao metrô, é mamão com açúcar. Quando se chega à Bienal, então, vê-se que valeu a pena. A feira está uma beleza. Alguns grandes estandes, alguns pequenos, uns mega, outros que quase não se vê, porém todos muito bem montados, muito ajeitados. E, melhor, há espaço para se andar nos corredores! É claro que ontem, primeiro dia do evento, a freqüência não foi das maiores. O que se viu foi gente fazendo negócios. Reuniões nas salas reservadas, uns engravatados aqui e ali, enfim, ainda não muitos visitantes / leitores / compradores. Um ou outro grupo de crianças correndo por entre as estantes de livros, mas, de resto, pouca gente compareceu. Os expositores não estavam preocupados. “O pessoal começa a vir mesmo é no final de semana”, diziam. E têm razão. O pessoal deve mesmo aparecer. Para ficar por dentro do que acontece no mercado, para comprar uns livros, umas novidades a preços melhores, ou mesmo só pelo passeio. O PN recomenda.

Espanha confirma interesse pelo Brasil e traz 400 títulos à Bienal
Valor Econômico - 10/3/2006 - por Tainã Bispo
O mercado editorial brasileiro tem atraído a atenção de grupos estrangeiros, principalmente dos espanhóis. Neste ano, a 19ª Bienal Internacional do Livro conta com a participação de representantes de 12 países diferentes, quatro a mais que no evento anterior. Nesta edição da feira, os expositores investiram em quantidade. São 1,5 milhão de exemplares, nem todos, porém, escritos em português. A Federación de Grêmios de Editores de España já participa da feira há 10 anos e trouxe, para esta Bienal, cerca de 400 títulos de 28 editoras diferentes. "O mercado brasileiro é prioritário para a Espanha. O ideal seria termos, até, uma sede aqui no Brasil, para facilitar o contato", diz Mari Cruz Moreno, organizadora da federação. Alguns grupos espanhóis já atuam no Brasil, como é o caso da Santillana, que comprou a editora de livros didáticos Moderna em 2001. A Planeta chegou em 2003 e mostra-se decidida a conquistar participação de mercado. No ano passado, comprou o passe do escritor Paulo Coelho, que antes era publicado pela Rocco. Já a Edições SM desembarcou no país em 2004. Segundo Mari, há três mercados interessantes no Brasil: a venda de direitos autorais, a co-edição de livros entre editoras espanholas e brasileiras e, "o mais importante no momento, o aprendizado da língua espanhola para estrangeiros"

CCBB lança Cronicamente Viável
PublishNews - 10/3/2006
No dia 14 de março, a partir das 19h30, a escritora Ana Miranda e o também escritor e jornalista Zuenir Ventura dão início ao programa Cronicamente Viável, do Centro Cultural Banco do Brasil. Com curadoria da jornalista Beatriz Carolina Gonçalves, consultoria e mediação de Marcelo Rubens Paiva, o programa acontece mensalmente (com exceção de julho) até novembro e vai reunir jornalistas e escritores para debater a crônica brasileira, desde seu surgimento no século XIX até a novíssima geração de cronistas virtuais. Grandes conhecedores da obra de Machado de Assis, Ana Miranda e Zuenir Ventura falam sobre a crônica machadiana e o legado dos principais cronistas brasileiros, que fizeram escola nos anos 50 e 60. O programa Cronicamente Viável acontece na sala de cinema, com entrada gratuita, sendo que as senhas para o evento devem ser retiradas na bilheteria do CCBB-SP, a partir das 19h. O CCBB fica na Rua Álvares Penteado, 112 (Centro, São Paulo, próximo às estações Sé e São Bento do Metrô, tels.: 11 3113-3651 / 3113-3652)

Guia de Prêmios jornalísticos e literários
PublishNews - 10/3/2006
A revista Negócios da Comunicação, da Editora Segmento, lança no final de abril o Guia Brasileiro de Prêmios Jornalísticos & Literários. A publicação trará informações de todos os prêmios destinados a jornalistas e escritores do país. O conteúdo editorial será composto de reportagens e entrevistas sobre o mercado literário e jornalístico, tema que será discutido por profissionais de renome. A idéia de produzir o guia surgiu da falta de dados sobre os prêmios existentes, um problema para jornalistas e escritores interessados em conhecê-los. Sindicatos, associações e empresas ainda não conseguem todos os interessados no Brasil. De acordo com Márcio Cardial, publisher da revista Negócios da Comunicação, o guia facilitará a inscrição dos trabalhos dos jornalistas e escritores nos prêmios do setor, o que vai ampliar a visibilidade dessas premiações e dos profissionais que deles participam. "A idéia é resolver o problema desses editores, jornalistas e escritores, que são parte do público leitor da Negócios da Comunicação.", afirma Cardial. Parte dos 25 mil exemplares a serem impressos terá distribuição junto da Revista Negócios da Comunicação para jornalistas de redação, agências de comunicação, assessorias de imprensa, empresários e executivos dos principais veículos do país (impressos e eletrônicos), editoras de livros, escritores e empresas anunciantes.

Escritores têm sete dias para participar do concurso Literatura para Todos
MEC - 9/3/2006 - por Ionice Lorenzoni
Os escritores brasileiros, profissionais ou amadores, que desejam participar do concurso Literatura para Todos têm prazo até a próxima quinta-feira, 16, para fazer a inscrição junto ao Ministério da Educação. Serão selecionados livros de oito gêneros literários que receberão, cada um, prêmio de R$ 10 mil. Além do prêmio em dinheiro, a obra terá tiragem de 300 mil exemplares e será distribuída aos jovens e adultos recém-alfabetizados. Até a tarde desta quinta-feira, 9, o Ministério da Educação tinha registrado a inscrição de 365 obras, mas a expectativa é que o número de concorrentes atinja entre 450 e 500. O concurso Literatura para Todos tem o objetivo de selecionar obras escritas especialmente para jovens e adultos que participam ou que concluíram o processo de alfabetização. Com a distribuição de 2,4 milhões de livros em 2006, o MEC quer desenvolver o gosto deste público pela leitura e incentivá-lo a continuar os estudos em classes da educação de jovens e adultos (EJA)

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