Confissão #25

Apanhado da semana, via Publishnews.

30/01
Mundo editorial
Jornal do Brasil - 28/1/2006 - por Paula Barcellos e Vivian Rangel
A Informe Idéias avisa: não apenas livros serão lançados na Bienal de São Paulo. Uma nova editora chegará ao mercado, com a proposta de publicar romances, de preferência, inéditos no país. Trata-se da Mundo Editorial, de São Bernardo do Campo, do empresário Gilberto Franco. Ana não, de Augustin Gomez-Arcos, e O lado frio do travesseiro, da espanhola Belén Gopegui, são os primeiros lançamentos.

Acesso livre
Jornal do Brasil - 28/1/2006 - por Paula Barcellos e Vivian Rangel
Mais uma da Informe Idéias: o MEC liberou o acesso ao Portal de Periódicos da Capes a qualquer usuário de internet. Até então, a consulta às publicações era restrita ao ensino superior

Paradoxo de Delfin
Jornal do Brasil - 28/1/2006 - por Paula Barcellos e Vivian Rangel
Depois da saída das Edições K, o escritor Delfin aposta em um novo projeto: a Paradoxo Editorial, conta a Informe Idéias. Os livros de contos Linha de recuo, do carioca Mariel Reis, e Estrada de espelhos, do brasiliense Breno Kümmel, inauguram as publicações da editora. Mais dois títulos já estão em fase de negociação e devem ser lançados nos próximos meses. A editora, segundo a coluna, pretende também apostar em histórias em quadrinhos e novos autores. Originais para avaliação serão recebidos até 11 de março (paradoxo.editorial@gmail.com).


31/01
Software auxilia no diagnóstico dos transtornos de leitura
PublishNews - 31/1/2006
Informações sobre o tempo gasto na leitura de um texto, o ritmo adotado pelo paciente, erros cometidos durante a leitura e questões que avaliam a interpretação fazem parte de um novo sistema digital de diagnóstico de distúrbios de leitura. Um programa desenvolvido na Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), que avalia as condições de leitura do paciente, pretende ajudar fonoaudiólogos e professores a diagnosticar dificuldades no processo de alfabetização. Para a autora do trabalho, a fonoaudióloga Vânia Lúcia Costa de Carvalho Lima, a subjetividade dos transtornos de leitura prejudica muito a avaliação do profissional. Um diferencial do programa criado na Unifesp é a possibilidade de gravar a leitura feita pelo paciente. Além de o profissional poder acompanhar sua evolução, o próprio paciente poderá fazer comparações e ouvir seu ritmo de leitura. Segundo Vânia Lima, isso é muito importante porque, além das dificuldades de alfabetização, o paciente enfrenta alguns problemas psicológicos. Outro benefício do uso do software diz respeito à possibilidade de comparar o rendimento de alunos de escolas públicas com os de particulares, por exemplo. "Não existem dados estatísticos em relação aos distúrbios de leitura. Por isso, seria interessante para a educação brasileira se soubéssemos onde estão as principais lacunas", ressalta a autora.

As emoções de uma jovem bailarina
O Estado de S. Paulo - 30/1/2006 - por Karla Dunder
Marcela é uma garotinha muito especial. Aos 9 anos ela fará sua primeira apresentação de balé, com direito a teatro e a platéia. É um grande dia. Ela se sente como uma borboleta, leve, capaz de voar no palco. Marcela pode sentir a vibração do palco, ela se orienta pela música e pode imaginar todo um universo, sem limites. Uma criança como as outras, mas com uma percepção diferente do mundo. Marcela perdeu a visão. Patrícia Engel Secco decidiu compartilhar com seus leitores essa história inspirada em um caso real no livro A Felicidade das Borboletas, com ilustrações de Daniel Kondo. Para que essas crianças tivessem acesso ao livro, tanto ao texto como às ilustrações, tudo foi transcrito para o braile. "Primeiro imprimi o livro em uma gráfica convencional, depois enviei o material para a Fundação Dorina Nowill, que fez este maravilhoso trabalho." A Felicidade das Borboletas faz parte do Projeto Feliz, que visa a distribuição gratuita de livros como forma de incentivar o hábito da leitura. No geral, as as escolas ou instituições solicitam os livros por telefone: 11-5093-3599 ou e-mail: projetofeliz@terra.com.br. Um outro caminho é pela Fundação Educar. Os livros são retirados na casa da autora


01/02
Escolas receberão clássicos e dicionários em Libras a partir de fevereiro
MEC - 30/1/2006 - por Lucy Cardoso
Na primeira semana de fevereiro, o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE/MEC) começa a distribuir em todo o país 15 mil coleções de clássicos da literatura na língua brasileira de sinais (Libras), em CD-rom, e 11 mil dicionários enciclopédicos ilustrados trilíngües (português, inglês e Libras). O custo total do investimento é de aproximadamente R$ 1,8 milhão. Serão beneficiadas 8.315 escolas do ensino fundamental que atendem 36.616 alunos com surdez severa ou profunda. As instituições de ensino com até três alunos portadores da deficiência receberão um dicionário em dois volumes. Aquelas com quatro a sete alunos receberão dois dicionários (quatro volumes). Escolas com mais de sete alunos terão três dicionários (seis volumes). O dicionário vai facilitar a aprendizagem da Libras e das línguas portuguesa e inglesa em material exclusivo, sem similar no mercado editorial brasileiro. Quanto à distribuição da coleção de clássicos, a escola receberá uma coleção composta por dez títulos dispostos em 11 CDs se tiver quatro alunos com deficiência auditiva. Dessa forma, os alunos surdos terão acesso a textos literários de uma maneira compreensível, por meio da Libras e do português.

40 carimbos no passaporte e um livro
O Estado de S. Paulo - 31/1/2006 - por Cristiana Vieira
O jornalista Luiz Cesar Pimentel, de 34 anos, passou um ano trabalhando como correspondente em 18 países e em algumas regiões da Ásia. Depois, decidiu perambular pela Dinamarca, Rússia, Holanda, Polônia, República Checa, Alemanha e pelo Equador - somando 40 carimbos no passaporte (ou alguns bilhetes rodoviários no bolso). Suas boas, más e infinitas lembranças estão registradas no livro Sem Pauta, lançado recentemente pela editora Seoman (180 pp., R$ 26). São 180 páginas em que ele conta com riqueza de detalhes - remetendo a fatos e dados históricos - o que viu, ouviu e sentiu enquanto rodava o mundo. O livro reúne reportagens, trechos de seu diário de bordo e inesquecíveis histórias vividas em Macau, Hong Kong, Vietnã, Camboja, Tailândia, Malásia, Mianmar, Bangladesh, Nepal, Tibete, Índia, Polônia e Rússia, entre outros países.


03/02
Dicionário da Melhoramentos vai aparecer até em celular
Valor Econômico - 3/2/2006 - por Tainã Bispo
A centenária Melhoramentos está apostando em tecnologia e adaptando seu catálogo a outras plataformas de mídia, como computadores portáteis, internet e celular. Isso não significa que a editora está substituindo as folhas de celulose por softwares e CD-Rom. O milenar papel continua sendo o principal suporte para o conteúdo da editora, que passará a disputar, a partir de março, um outro segmento: livros de auto-ajuda. No momento, a empresa está trabalhando no Michaelis, marca da editora desde a década de 50. "Estamos investindo US$ 180 mil para desenvolver novas versões do dicionário", diz Breno Lerner, diretor-geral da Melhoramentos. O primeiro lançamento, na praça desde dezembro, foi a versão do Michaelis bilíngue inglês-português e português-inglês para computadores portáteis de mão. Para o final deste semestre, a expectativa é lançar a versão para celulares. Já existe até um possível cliente para o novo produto. Na Bienal de Livros de São Paulo, que ocorre em março, a Melhoramentos deverá lançar livros de auto-ajuda. "Já fizemos um piloto, que foi muito bem aceito no mercado", diz Lerner, referindo-se à obra Cem coisas para fazer antes de morrer, dos escritores Michael Logden e Chris Day. O projeto da empresa é lançar 20 títulos de auto-ajuda neste ano. "Esperamos que este novo segmento represente entre 6% a 10% do faturamento no final de 2006", afirma o executivo. Outra aposta da Melhoramentos é na coleção Cocoricó, derivada do programa infantil da TV Cultura. "Iremos lançar cinco títulos na Bienal.

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